quarta-feira, 25 de julho de 2007

Enquanto eu não tenho nada de "relevante" pra postar aqui, fico mudando a cor do blog =]


Ai... ai ai ai...

quinta-feira, 19 de julho de 2007

TAM e PAN

Ah, eu tenho um texto pra digitar, daqueles que eu escrevo nos dias que tô jogada no sofá, me sentindo um pedaço de merda particularmente mole, mas estou com preguiça de digitá-lo, e gostaria de que "baixasse o santo" neste momento em mim pra escrever algo "bonito" sobre os acontecimentos atuais.
Já que eu não tenho capacidade suficiente para escrever um texto completo, farei algumas declarações.

TAM
Urubus jornalistas, ahm? Eu estava até pensando em fazer faculdade de jornalismo num distante dia em que me refugiar longe da minha pacata cidadezinha mesquinha, mas depois de observar certas atitudes, me peguei pensado: vale à pena conquistar o pão de casa dia através da agonia dos outros? Vale à pena correr atrás de pessoas que querem apenas silêncio, respeito e luto?
Fico aqui questionando o papel da imprensa. De que interessa aos cidadãos detalhes minuciosos dos minutos finais de pessoas que agora estão no seio de Deus, ou para os mais céticos, como eu, apenas não podem mais retribuir, estão já deteriorados e se decompondo? O respeito digno do luto, na minha opinião, é o silêncio. Nem eu nem os parentes de vítmas de catástrofes se sentem bem em ficar remoendo os acontecimentos.
Todos estão tristes e chocados (ao menos os que tem dignidade), não é necessário mais, para se provar que foi horrível. Deixem-os em paz.

PAN
Ah, ê povinho brasileiro, minha nossa. Cansei de ver as competições dos Jogos Pan-Americanos. Incrível. Na ginática, por exemplo, meninas fazem lindos espetáculos, piruetas facinantes e depois são vaiadas, só porque não são no nosso país. Sinceramente, sorte delas.
Hoje assisti a final do vôlei feminino. Um jogo disputadíssimo e muito equilibrado. O primeiro set foi brasileiro 27 a 25; o segundo foi cubano, 25 a 22; terceiro novamente 25 a 22, dessa vez para o Brasil; o quarto 34 a 32 para Cuba. No set decisivo, o brasil teve duas chances de vencer o jogo e as desperdiçou, as cubanas tiveram técnica e capacidade pra não desperdiçar a vez delas. Cuba 3 sets, Brasil 2 sets.
Pois bem, estava eu já descrente de que fossem transmitir o pódio, já que já estava dando aquela novelinha monótona das 17:30h, e milagrosamente surge novamente a arena, já passada a premiação do bronze pros EUA. Ginásio vazio, brasileiros MUITO honradores da camisa, e MUITO prestativos a agradecimentos às meninas que chegaram à prata, e depois, na premiação do ouro, os poucos que ainda ficaram, vaiavam com fervor as cubanas. Oras, por que? Elas simplesmente apresentaram um vôlei digno do ouro, assim como as brasileiras, mas se estavam ali, é porque em algum momento foram melhores. Uma partida excepcional. Mas claro, o egocentrismo brasileiro, desse país subdesenvolvido, cheio de miséria, roubalheira e gente facilmente induzida, pessoas que têm a ilusão de acreditar que são melhores em alguma coisa. Bom, voltando, o egocentrismo brasileiro não os permitiu de admitir que Cuba é melhor no Vôlei, assim como não admitiram que as meninas da ginástica dos EUA, ao menos, erraram menos que as brasileiras, por isso conquistaram o ouro.
Antes que a sementinha de cérebro existente nos crânios de 90% dos brasileiros cresça, é impossível e ilsório acreditar em sede de Olimpíadas e de Copa do Mundo. Isso sem falar da questão financeira dos cidadãos, que certamente não lotariam um estádio de futebol pra assistir uma partida do Brasil, quanto mais uma final de Copa entre dois países que não o nosso. Estádio vazio, certo.


Ps.: a primeira manchete do jornal das 20h começa com "tragédia do vôo da TAM".
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terça-feira, 10 de julho de 2007





Bah, por que eu enfeito tanto esse blog? Só eu acesso ele! Isso, alimento minha auto-estima:

"Isso Débora, você é demais! Muito bom seu blog!".