quarta-feira, 31 de maio de 2006

Vou colocar uma foto só pra não dizer que eu abandonei o blog por muito tempo...

Phota: Char, Kel, eu com a mão na cabeça da Paula, Leli deitada em nós e prisca deitada na Leli (que suruba...) Amo vocês! E as verdadeiras amizades sabem a seleção...

domingo, 21 de maio de 2006

Po, só to postanto texto velho.

Será que ninguém mais acredita nas diferenças?

Se ajo de uma maneira diferente, não significa que eu esteja errada. Todos têm suas formas de encarar as coisas, ou não encarar e essa é uma decisão individual. Eu que sei se é melhor errar do que fazer tudo certo. Se eu não quero refletir ou mudar, não quer dizer que eu esteja errada ou que eu não use a cabeça.
Cada um tem seu jeito e isso já diziam a séculos atrás, mas a maioria das pessoas acham a “diferença” uma aberração, ou acham que quando alguém é diferente, é, só para chamar a atenção.
Eu não sou diferente porque eu quero ser. Eu não sou às vezes “rebelde” por que todo o adolescente é. Ter outras opiniões, ser irritar ás vezes, ter outros modos de lidar com situações é rebeldia?
Não existe “rebeldia”. Rebelde é quem fica de saco cheio dos outros? Se é isso, admita, todos somos rebeldes. Ou rebeldia é quem se enche e resolve não se incomodar mais com aquilo? Ainda sim somos rebeldes. Quem nunca decidiu não visitar alguém, não ir mais a algum lugar para não se irritar com certa situação? Só que nem todos tomam essas atitudes. Alguns são mais decisivos. Estes são os rebeldes? Me desculpe, mas estes são apenas diferentes como todos nós, que conseguem encarar as coisas de frente ou que se revoltam com uma almofada velha.
Chorar é melhor que matar.

Eu tento, todos os dias, mudar, mas às vezes me pergunto porque mudar. Só para os outros? Não estou incomodada desse jeito. Danem-se os outros, se não gostam de mim. Também não gosto deles. Eles não merecem o meu tempo.
Eu quero parecer o que eu sou. Se não posso fazer isso na frente das pessoas, ao menos em meus pensamentos eu posso ser. Ninguém manda nos meus pensamentos, no meu coração e muito menos nos meus sonhos. Sonho a hora que eu quiser com o que eu quiser, penso no que eu quero e no que não quero e meu coração se guia sozinho, mesmo quando se confronta com minha cabeça de 15 anos.
Eu sei que muitas pessoas pensam que eu coloco a “culpa” de tudo que eu penso e toda a minha confusão na minha idade. Não é isso, mas do que adianta eu explicar isso pra eles? Nunca eles vão parar pra pensar: “po, ela precisa de ajuda, de um amigo, precisa de que nós a entendamos...”.
Não sou assim porque todo o adolescente tem que ser assim e não é porque às vezes tenho atitudes adultas que eu não pense como eu sou agora.
Não tenho como encerrar esse texto, pois ele é interminável, então, deixo bem claro e o problema é de que entender mal: eu sou uma garota de 15 anos, adolescente imatura que amo as pessoas e que tenho crises. Todo mundo tem crises, e dane-se você que acha que não tenho personalidade ou que sou influenciada pelos outros. E desculpem-me as todos que algum dia falei algo sem pensar.


08 de janeiro de 2005, com detalhes acrescentados no dia 11/01/05

sexta-feira, 19 de maio de 2006

Tudo é futilidade

É horrível isso. Todos vão ficando velhos, planos e atitudes mudando. Há três anos atrás tudo era diferente, amigos novos, vida nova. Mas não foi só minha vida, meus planos e minha cabeça que mudou nesse tempo. Muitas pessoas que eu nem imaginava chegar, chegaram onde estão e mudar como mudaram.
E eu aqui, de tempos em tempos não encontrando um caminho a seguir. Há três anos era tudo aproveitar e agora as coisas se resumem a pensar e planejar. Tomando como exemplo, os planos que tinha com 15 anos não fazem mais parte do principal que busco, que nem este sei qual é.
Busco nas lembranças encontrar algum sentido em alcançar algo na vida. Porém, quando relembro, me sinto e sinto a vida mais vazia. Em pouco tempo tudo vira passado, viram vagas lembranças, estas que, às vezes, nos fazem rir e segundos depois chorar em tomar consciência de que não volta.
Pessoas que apostamos tanto, hoje são só lembradas por um “oi”. Amigos que acreditava que teria, hoje são apenas conhecidos raramente simpáticos. Em alguns meses, nossas “metas” tomam um rumo absolutamente diferente. Como pensar no futuro dessa maneira, com tudo em intensa mobilidade?
Fotos são os registros mais melancólicos do que era e não será mais. Nunca mais será possível fazer aquela pose que nos fez rir durante semanas, porque ninguém é mais o mesmo.
Quando releio o que escrevi, eu sinto algo estranho, como vivesse em uma constante mentira. Eu não consigo entender como ser feliz em cima de recordações que anos depois, de alguma forma, soam como se aquilo não fosse você.



Débora Freitas
18 de maio de 2006.
15hs 33 min.

segunda-feira, 15 de maio de 2006

É só pra falar

Não sei o que está acontecendo comigo. Nem sei se está acontecendo alguma coisa comigo. Espero que eu fique assim só por hoje porque tenho milhares de coisas pra fazer. Quero encontrar um motivo que realmente faça eu acreditar que vale a pena viver. Estou cansada de viver amores platônicos. Ainda se fosse um, mas a cada momento surge uma nova paixão idiota e eu acabo sempre voltando pro mesmo ponto. O mesmo ponto ali parado, o ponto um pouco mais atingível que não sai do alvo.
Mas acho que o meu sentimento hoje, não é de frustração amorosa, mas sim de indignação. Na verdade, eu não sei. Queria apenas que nesse momento, algumas pessoas me apagassem da memória por algumas horas, e outras percebessem que eu existo. Eu queria ser invisível, ou menos percebida. Odeio muito ser grande, porque, geralmente, pessoas que não merecem minha presença, sempre me vêem e pessoas que eu realmente me sentiria bem que me enxergassem, me consideram superficial.
Acho que nunca vou conseguir encontrar um sentido e um caminho pra vida. Viver é superficial. Caramba, o que eu estou fazendo aqui? Eu não sei pra quê eu sirvo. Eu vou ser obrigada a ter uma vida consumista, arrumar um cara legalzinho para eu poder procriar, “viver” mais um pouco, morrer e ser comida por vermes.
O que eu estou dizendo não é pra agradar e/ou desagradar pessoas e, certamente, as pessoas que eu gostaria de agradar não vão se agradar do que estou escrevendo. Eu não sou assim todo o dia. Aliás, fazia muito tempo que eu não me sentia assim, uns seis meses. Não tem um motivo específico que me faça sentir isso e acho que não é a TPM, por que não estou nessa fase. Às vezes, penso que é a minha infantilidade diante de tudo.
Eu preciso ser correspondida por todas as pessoas que eu tenha algum sentimento, mas a pessoa, quase que especificamente, para quem eu estou escrevendo isso nem sabe que eu existo, e ao mesmo tempo em que escrevo isso, passam pela minha mente muitas pessoas que amo de alguma forma.
Estou sempre me ferrando ao dizer o que tenho vontade. Assim como hoje escrevo isso pra essa pessoa que vi duas vezes na vida, amanhã talvez eu escreva algo do tipo, ou nada parecido, para alguém mais presente na minha vida.
Bem, eu espero que pelo menos eu melhore, escrevendo e publicando isso. E dane-se se eu me ferrar na vida. Eu ainda não conheço nenhum bom motivo que me faça acreditar que tem algo a mais aqui.

Qualquer pessoa que abrisse minha mente, certamente, iria se espantar.

Se alguém leu isso, acredite: eu te amo!




14 de maio de 2006.
22hs 44min.
Débora freitas

domingo, 14 de maio de 2006

Show da War Machine ontem... Melhor banda de Rio Grande!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ainda bem que a Paula gostou, assim eu e a Kel temos mais uma fã pra nos acompanhar...


Bah, até eu tenho achado chato meus textos, mas mesmo assim eu vou postá-los tá? Não me bantam, se é que alguém frequenta isso aqui... Até as fotos me irritam...



Sentimento estranho é o que sentimos quando lembramos da infância, ainda recente, no meu caso. Ultimamente, tenho pego minhas fotos com4, 5, 6 anos de idade e fico observando, tentando lembrar e lembrando daquele tempo. Como eu era bonitinha, encrenqueira, uma carinha de peste. Acho que não mudei muito por dentro, o que aconteceu é que agora as pessoas cobram de mim coisas que não faziam importânicia, além de quase um metro a mais de altura e uma pioradinha no aspecto físico.
Não era anormal eu colocar um blusão de lã e uma camiseta do Brasil por cima, com 5 anos de idade, mas se saio assim hoje, no mínimo vão me chamar de ridícula, isso se não me acharem uma maluca. Eu podia sorrir cheia de salgadinho na boca que todo mundo achava lindo, se faço isso hoje, sou sem educação.
Como é bom ser criança, fazer as coisas sem remorso, ter uma boneca enorme e querer brincar com uma caixa de papelão, fazer, se divertir, brincar, cantar no meio da rua sem ser tachada de maluca, de fora dos padrões.
Na infância, quanto mais criativo se é, mais divertimento, mais amigos, menos solidão. Nas demais fases, quanto mais idéias diferentes se tem, quanto mais utilidade se encontra pras coisas e pra vida, mais indiferença se ganha, mais inimigos invejosos, menos pessoas que concordem, que apóiam, menos amigos com afinidades, menos companheirismo, mais ódio, mais repugnância se consegue.
E tem aquela história da menina louca pra menstruar e o menino sem ver a hora da barba crescer. Depois, é um saco passar 7 dias do mês com aquele absorvente ali, sem poder ir a praia, etc., e dia sim, dia não, mutilar o rosto com um aparelho de barbear, ardendo a qualquer contato, com qualquer matéria.
Infância é a fase com mais liberdade na vida. Nada impede de ir a praia, andar de bicicleta, esfolar o joelho e sair de bermuda sem vergonha, faltar, ter dente torto, ser gordinho, nada é problema porque a única coisa que as crianças querem (no tempo em que eu era uma, porque hoje em dia...) é viver, é fazer o novo, é se divertir, imaginar, sonhar sem se preocupar em realizar. “Se não dá pra acontecer de verdade, vamos inventar!”. Na adolescência, a atitude é, na maioria dos casos: “ Se não acontece, vamos andar de cara amarrada, se chapar, andar de preto e usar quilos de maquiagem preta no rosto”.
Dá pra ser feliz, o problema é ultrapassar os tabus da sociedade. Grande problema, sem ironia.

17 de dezembro de 2005.
16hs 03 min.

terça-feira, 9 de maio de 2006

Incriativa hoje

Eu não sei o que postar... Ultimamente ando sem ciatividade, mas não desistam...


Welcome To Wherever You Are


Maybe we're all different but we're still the same
We all got the blood of Eden running through our veins
I know sometimes it's hard for you to see
You're caught between just who you are and who you want to be

If you feel alone and lost and need a friend
Remember every new beginning is some beginning's end

Welcome to wherever you are
This is your life; you made it this far
Welcome, you got to believe
That right here, right now
You're exactly where you're supposed to be
Welcome to wherever you are

When everybody's in and you're left out
And you feel you're drowning in the shadow of a doubt
Everyone's a miracle in their own way
Just listen to yourself, not what other people say

When it's seems you're lost, alone and feeling down
Remember everybody's different; just take a look around

Welcome to wherever you are
This is your life; you made it this far
Welcome, you got to believe
Right here, right now
You're exactly where you're supposed to be

Be who you want to be
Be who you are
Everyone's a hero
Everyone's a star

When you want to give up and your heart's about to break
Remember that you're perfect; God makes no mistakes

Welcome to wherever you are
This is your life; you made it this far
Welcome, you got to believe
Right here, right now
You're exactly where you're supposed to be
And I say welcome…
I say welcome…
Welcome…



Bem-vindo a onde quer que esteja


Talvez todos sejamos diferentes, mas ainda assim somos iguais
Todos temos o sangue do Éden correndo em nossas veias
Sei que às vezes é difícil para você ver
Você fica preso entre quem você é e quem gostaria de ser

Se você se sente sozinho, perdido e precisa de um amigo
Lembre-se que todo novo começo é o final do início de alguém

Bem-vindo a onde quer que esteja
Esta é sua vida, você conseguiu chegar até aqui
Bem vindo, você tem que acreditar
Que aqui e agora você está exatamente onde deveria estar
Bem-vindo a onde quer que esteja

Quando todos estão dentro e você é deixado de fora,
E você sente que está se afogando na sombra da dúvida
Todo mundo é um milagre do seu próprio jeito
Apenas escute você mesmo, não o que as pessoas dizem

Quando parece que você está perdido, sozinho e para baixo
Lembre-se que todos são diferentes; apenas dê uma olhada em
volta

Bem-vindo a onde quer que esteja
Esta é sua vida, você conseguiu chegar até aqui
Bem vindo, você tem que acreditar
Que aqui e agora você está exatamente onde deveria estar
Seja quem você quiser
Seja quem você é
Todos são heróis
Todos são estrelas

Quando você quiser desistir e seu coração estiver prestes a
partir
Lembre-se de que você é perfeito, Deus não comete erros

Bem-vindo a onde quer que esteja
Esta é sua vida, você conseguiu chegar até aqui
Bem vindo, você tem que acreditar
Que aqui e agora você está exatamente onde deveria estar
Bem-vindo a onde quer que esteja
(eu digo bem-vindo) Bem-vindo a onde quer que você esteja



Have a Nice Day - Bon Jovi

sábado, 6 de maio de 2006

Foto do "Alovem" a 2 years ago.















Paula, Leli, eu (muito louca, pra variar) e meu amorzinho, a Kel (uia!).

sexta-feira, 5 de maio de 2006

Não quero incomodar ninguém. Perdoem-me se demoro a perceber onde fica o meu lugar, onde me colocaram dessa vez. Perdoem-me de acreditar, às vezes, que tenho um posto permanente, de não perceber rapidamente as mudanças de comportamento que dão as pistas de que o meu espaço diminuiu.
Perdoem-me de ser ingênua para alguns assuntos, de ser pouco perceptiva em relação a "receber um corte". Isso acontece porque aposto cedo demais nas pessoas, acredito cedo demais nas pessoas, considero cedo demais as pessoas. Acho que o meu "psicológico" é meio precoce. Isso acontece porque não precisa de muito para eu confiar nas pessoas, não preciso de meses de comunicação pra dar minha amizade e acreditar no que as pessoas dizem, é rápido eu me iludir.
Eu sei, muito das coisas que as pessoas me dizem, no momento que são ditas, são sinceras, mas como eu custo muito a mudar do amor pro ódio, acabo acreditando que aquela pessoa que quer mostrar sinceridade, também não faz rapidamente essa transição, e com isso acabo sendo chata em insistir em manter contato, ou em não perceber que estou sendo ignorada.
Perdoem-me de pensar que todos podem ser como eu, de acreditar que todos me amam como eu os amo.
Têm situações que realmente não acredito no que me dizem, mas acabo sendo induzida a acreditar, por pensar que as pessoas são boas, não que elas não sejam boas apenas por terem sentimentos diferentes dos meus. Momentos em que digo: "não precisa mentir", e me retrucam: "mas é verdade" e com isso, pronto, já conquistou minha confiança. Às vezes dizem isso por gentileza, e eu percebo, mas tem algo em mim que me faz acreditar que foi espontâneo.
Eu sou uma merda.
Tá aí, eu não sou depressiva, porque odeio essa expressão, mas por eu me iludir com felicidades inexistentes, escondo minhas mágoas em novas ilusões, e quanto mais ilusões, mais decepções. Acho até que uma pessoa que assume ser depressiva é mais feliz do que eu, que abomino a idéia de depressão e acabo caindo nela sem admitir.
Deus! Eu digo que não, mas eu me importo demais no que as pessoas vão pensar! Escrevo tudo isso e ao mesmo tempo fico maquinando o que as pessoas que lerem (se alguém ler) isso, vão pensar. É por isso que raramente consigo escrever textos pequenos, por que eu começo a me explicar pra várias situações: pra quem vai gostar, pra quem não vai gostar, pra quem vai repudiar, pra quem vai tentar entender e pode imaginar coisas que não penso etc.
Torno a repetir: eu sou uma merda.
Eu tento mostrar o que sinto, o que sou, para pessoas que não estão nem aí pra mim, nem aí para o que vivi (ou vivemos). Porque não quero decepcionar as pessoas, porque eu quero mostrar a elas o que sou antes de elas se arriscarem a se relacionar comigo, mas com isso, pessoas que só querem me ferrar estão nesse momento rindo do que escrevo, do que sou, e as pessoas que já estão de saco cheio de mim, acabam pegando mais nojo, talvez até sejam pessoas que eu goste. Tudo isso pra prevenir as pessoas de com o que elas pretendem, ou não, se meter.
Por isso, às vezes, fico meio anti-social. De tanto eu me quebrar, eu já chego e digo: olha, se tu vai me largar no meio do caminho, me deixa sozinha, se tu quer minha amizade só pra beneficio próprio, tudo bem, só não me ilude e não acaba me empurrando pra baixo de novo.

Uou... Race Against Myself - Offspring (não gostava muito dessa música, mas é por aí...).

12 de dezembro de 2005
18hs 55 min.





Obs: Não li de novo esse texto antes de postá-lo. Talvez ele não esteja mais adequado ao meu momento, mas deve ser verdade.

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Aprender a "Viver"

Nada de relevante acontece. Às vezes eu acho relevante, mas acabo percebendo que ninguém considera esses fatos importantes. Merda, sempre que eu estou escrevendo, começa a tocar “I Wanna Be Loved”.
O que é preciso pra viver bem, ter instantes de felicidade? Eu me sinto bem de ser como sou, orgulho. Mas me sinto mal de saber que as pessoas não gostam de mim, de como eu sou.
Eu não quero mudar pra agradar as pessoas. Na verdade, eu não quero mudar, mas parece que é necessário. Talvez pra me adaptar à sociedade ridícula, que muitos criticam, mas conseguem se encaixar perfeitamente nela, curioso isso. Talvez para as pessoas não me virem mais como uma adolescente sem cérebro. Mas eu não quero crescer. Não quero perder a pureza da infância e sobreviver num ambiente cheio de mentiras e pressão, não quero começar a viver o resto da minha vida preocupada com as contas pra pagar, com as provas pra passar, em chegar na hora ao serviço, em ser falsa pra agradar o chefe, fazer joguinhos pra conquistar coisas e pessoas, de mentir pro marido chato que tô com dor de cabeça.
Não! Quero continuar a poder dizer o que eu quero e penso, quero me livrar da minha mãe e poder usar livremente aquele casaco esburacado que adoro, quero fazer as coisas sem medo de que alguém recrimine, quero poder dizer “eu te amo, vamos casar?” e “cara, eu não quero transar contigo hoje, não tô afim”.
Pois é, mas somos livres... Livres pra poder mentir. Somos livres pra arrumar um jeito de fazer o que nos impõem, livres pra mentir pra quem tanto amamos e odiamos. Livres pra dar aquele “oi” altamente falso, que você não queria dar, mas te dão a liberdade de não decidir que não que manter as aparências. “Eu não gosto de ti, não te desejo um bom dia e muito menos felicidades no seu aniversário, mas eu tenho que me contradizer paras as pessoas não me titularem egoísta, mal educada e arrogante.”
Se eu agir assim, acho que consigo viver até uns 30 anos, sustentada pelo meu irmão, porque eu não conseguiria ficar em um... Aliás, acho que nem emprego eu arrumaria.
Então, eu tenho que crescer. Não, eu tenho que aprender a mentir e me conformar com mentiras.


Ouvindo -à Welcome To Wherever You Are – Bon Jovi.


02 de maio de 2006.
14hs 38 min.

segunda-feira, 1 de maio de 2006

Eu não sou nem um pouco culta e, a pesar de cursar o primeiro ano de Geografia, não vão existir textos falando de política, de livros interessantes, filmes e essas coisas que pessoas normais costumam fazer e falar. E é provável que não hajam descussões calorosas a respeito de assuntos inteligentes. Isso também porque não entro frequentemente na internet e só meus amigos (que também não são frequentadores assíduos da internet) que perdem o tempo lendo os textos os meus textos.
Geralmente eu posto as coiasa por prestações porque vou lembrando aos poucos, só vai inteiro quando eu tenho algum texto já pronto meu no computador.

Ainda... Entendiiii!!!
















Estou me adaptando ao sitema... Ainda entendo é porra nenhuma...

Ouvindo -> Secrets - Van Halen (tchê, como é bom e eu não sabia)

Ois! Tá, sei lá, fazem 4 anos que não crio um blog novo então não lembro como começar isso...
É isso aí!!!