terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Postagem rápida.

É, pensei que ia ser mais fácil, mas tô percebendo que não.
Pensei que eu tinha aprendido a chamar todos de "amiguinho" e praticar outros sintomas que determinam se a pessoa adquiriu ou não a técnica de hipocrisia, mas começo a perceber que meu pavio curto não me deixa ser "neutra".
Se eu calo a minha boca "a Débora é quietinha, tímida e blá blá blá"; se eu abro a boca, tem que ser pra falar coisas que agradem aos outros, e isso é algo que eu não sei fazer se eles não se agradam com as mesmas coisas que eu, o que é a maioria dos casos; se eu tento ser "simpática", fica óbvio e claro na minha testa a frase "estou sendo falsa, não percebeu? Ah, percebeu sim."; se eu falo o que eu penso, "te ferra, otária, blá blá blá".
Alguém me dá uma sugestão de qual exemplo destes seguir?

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Sem saco pra escrever e sem nada pra fazer.

Ele não sabe o quanto eu gosto dele e ele nem pode mais visitar meu blog. Mas eu gosto, demais. (tá?!)



Ah ha, vou pintar o cabelo de vermelho hoje! =P

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Mesmo assuntozinho do momento.

Depois de um dia de desligamento com a vida real, o feriado do dia 1º, volta tudo ao "normal". Os mesmos problemas, as mesmas discussões, o mesmo tédio e a mesma dor nas costas.

O "ano novo" não é lá essas coisas. Nada a ver com esse slogan de "ano novo, vida nova". A vida se renova só com muito tempo, e eu não sei se vou ter saco suficiente pra vê-la se renovar. Apenas um feriado onde se bebe champagne, cerveja, vinho, espumante, smirnoff, essas coisas. E se come. Come muito. Alguns se divertem muito, outros por breves momentos e outros continuam na miserabilidade, sofrendo calados.

Eu, por exemplo, passei o dia na praia gargalhando e falando merda com o namorado, isso porque eu tenho um, a única coisa produtiva que me veio em 2007. Depois, volto pra casa, casa que fica nesse lugarzinho de merda que é o meu bairro, e junto volto pra rotina de críticas, de desconsiderações e de briguinhas chatas pelos mesmos motivos, caras emburradas de quem diz querer me ver feliz, mas não parecem nem um pouco satisfeitas quando saio pra me divertir.

O que esperar do ano novo? O que a gente pode esperar de uma troca de folhinha? Ah, a decoração da cozinha vai mudar, provalvelmente uma "pomba da paz" substituindo a biblia de 2007.

A paz, a paz que ninguém quer. Paz é utopia, a vida é uma utopia, mas estamos aqui, tentando e fingindo crer que as coisas existem e que somos pessoas de verdade.

Não temos mais um ano pela frente. Temos uma vida inteira pela frente e é nisso que devemos pensar, isso que queremos mudar: nossa vida, e não só 365 dias dela.

Mas mesmo assim, desejo 365 dias felizes pra vocês. Desejo uma boa vida a todos, mas como isso faz parte da cultura impositora chata em que vivemos, daqui a 364 dias, terei de renovar meus votos a vocês.