segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

True North


Sabe, o Bad Religion divulgou a segunda música do seu novo álbum que será lançado em Janeiro de 2013 (se o mundo não acabar hoje). Quando ouvi a música e li a letra, percebi que, pra variar, a canção tinha um maravilhoso conteúdo crítico, e mais, falava em coordenadas! Huahiuehehaeuiae... não é tããão geográfica quanto imaginei, mas dá uma ótima discussão crítica.
Só que pra um dia usar isso, não poderia me basear no Google Tradutor (mesmo que ele ajude), nem nas letras "traduzidas" no Terra. Aí, fui pedir uma ajuda em um grupo no Facebook, e as pessoas carentes nunca gostam da minha maneira de expressar, e acabei desistindo de algo frutífero, até que uma criatura disse "tenha uma boa tradução sem ajuda".
Aí, quer saber? Vou fazer essa porra direito mesmo!

E aí fiz. Claro, contribuições de fluentes na língua sempre ajuda! Comente. 


VERDADEIRO NORTE

Vagabundo obstinado (persistente)
Trace as novas coordenadas e atire o mapa pro lado" (tipo "deixe de lado")
Agora eu tenho que divagar (tipo "viajar") sobre

Navegar as armadilhas e atravesse a grande divisão (barreira, divisa)
A legenda do cartógrafo deu sentido e uma chave
Ele estabelece a declinação (declive, inclinação), mas em quê é bom pra mim?

Eu não consigo ver a racionalidade
O mundo não é minha responsabilidade
E feliciadade não é lá pra mim
Mas talvez, eu muito devagar aproximo da origem
Quando eu encontrar o verdadeiro norte

(Com ou sem um amigo, manter procurando até o fim)

Destino tentador e morte trapaceira
Ninguém nunca me disse que ia ser assim
Contemplar a aleatoriedade (acaso)
Quando a mente está disposta, ela fica completamente perigosa

Sobrecarregada, soterrado, seu decreto ético
Essa é sua bússola moral, mas o que é bom pra mim?

Eu nao consigo ver a racionalidade
O mundo não é minha responsabilidade
E feliciadade não é lá pra mim
Mas talvez, muito devagar aproximo da origem
Quando eu encontrar o verdadeiro norte

(Com ou sem um amigo, manter procurando até o fim)
Quando eu encontrar o verdadeiro norte.


http://www.youtube.com/watch?v=OKflTc_RT6U

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Reinaldo Azevedo.

Não, se você não está preparado para as frequentes cenas de estupro nas novelas da Globo, nem procure saber quem é esse cara. Seus textos são mais depravados e ofensivos que a Carolina Dieckmann sendo estuprada no horário nobre em Salve Jorge.
O cara sempre, sem exceção, despeja ofensas, palavras e expressões chulas, e todos os seres do universo são dignos de ofensas e seres humanos desprezíveis, no ponto de vista de Reinaldo Azevedo. Claro, a exceção dos Tucanos e "Democratas" ricos que compartilham o Champagne com ele todo o Reveillon. E ainda tem cara de pau em citar como crítica "esbanjamento de dinheiro público" ou "descaso com a pobreza". Sim, sentado em sua cobertura e amparado pelo ar condicionado. É o típico, "não olha para o próprio rabo", "o mundo gira em torno do seu umbigo"...
Por que estou perdendo meu tempo escrevendo sobre esse "jornalista"? Meu asco é tanto que mal consigo controlar meu instinto "reinaldo" e não escrever palavras de baixo teor crítico para descrevê-lo.
Tem um texto no meu blog, escrito faz uns dois anos, creio, em que eu falo de um texto que li na "maravilhosa e informativa" revista Veja, em que um colunista falava sobre o "pouco caso" dos professores e a "bundamolice" desses profissionais que não se esforçam para termos uma educação de qualidade. Hoje, tenho quase certeza que o colunista era Reinaldo Azevedo. E mesmo que não seja, repito todas as palavras que usei naquela ocasião para me referir a ele nesse momento.
Veja (na expressão "veja bem"), não é questão de posição política, nem específicamente à defesa de Oscar Niemeyer, que fez esse dignissimo jornalista brilhar em cena nos últimos dias, até por que nunca li nada de referência política ligada diretamente ao arquiteto e Arte não é minha preferência. O que me causa revolta e repúdio é a sua sempre escrita ofensiva - não crítica, mas ofensiva - suas palavras e expressões que não são cabidas à imprensa popular, de massa. As pessoas vêem "personalidades" ofendendo, desrespeitando, usando termos depreciativos e creem que esse é o padrão social aceitável no Brasil e no mundo. Reinaldo Azevedo, sua escrita é uma ofensa à educação e à sociedade brasileira.
A postura política, faz diferença e tem peso, sim, mas o que me faz comentar a respeito, a me posicionar, é o desprezo aos padrões morais que uma sociedade precisa para ser saudável e digna. Reacionários, fascistas disfarçados de democratas, tem aos montes por aí, e é inútil discutir com eles. Mas quando o respeito falta, eu subo nas tamancas.
Reinaldo Azevedo, você não tem capacidade escrita, conteudista ou moral para saber criticar sem ofender gratuitamente? Nossa, você é "jornalista", eu sou uma mera estudante, professora, cidadã comum e burra, aos seus olhos. Não me use como parâmetro. Quem está nos grandes meios de comunicação é quem deve ter capacidade e iluminação de se expressar bem sem recorrer a recursos impulsivos típicos.



Endossando...
http://www.tvt.org.br/blog/altamiro-borges-o-