quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Desrespeito na duplicação da Br 392


Na verdade, não sei como iniciar essa mensagem, já que é dificil responsabilizar alguém ou a um órgão pelo "relaxamento" e a falta de respeito que é tão comum nos dias de hoje.
O DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) está em fase de colocação da tubulação de escoamento marginal na duplicação da Estrada Rio Grande-Pelotas (BR 392) na área da Vila da Quinta. Acontece  que na noite de 04 (quatro) de Outubro, moradores chegam em casa às margens da rodovia, e se deparam com um buraco e razoáveis montes de areia fofa em frente a garagem de sua residência. Ainda, ferramentas utilizadas pelos operários da obra estavam dentro do pátio de domínio particular dos moradores, sem prévia autorização.
Um dia antes, a moradora já havia solicitado a compreensão dos trabalhadores quanto à entrada da garagem, mas como nenhum morador estava em casa neste dia referido, talvez os operários tivessem se achado no direito de abancarem seus pertences nas dependências externas da casa e idealizado que os moradores talvez tivessem um trator, ao invés de um automóvel, que fosse capaz de atravessar a pista de rally criada na entrada do portão da garagem.
A quem se recorre, quando a falta de noção e respeito se manifesta nesse tipo de obra "do Governo". Afinal, respeito não é questão de treinamento profissional, mas a seleção de trabalhadores deveria requerer ao menos "bom senso". 
É absolutamente revoltante perceber a cada dia a falta de consciência e respeito que algumas (nem tão "umas" assim) pessoas demonstram quando não são alertadas ou cobradas. É preciso mesmo sempre atitudes impulsivas e revoltadas para que se valha o respeito ao próximo? Ninguém respeita ninguém antes que alguém vá e cobre por um direito e um dever simples, básico e essencial para uma vida em comunidade saudável e com dignidade para todos.
Aproveitando o ensejo, vale também destacar que a implantação de uma passarela no trecho da Vila da Quinta (e no Parque Marinha, a que tenho conhecimento) vêm sendo negligenciada pelos autores do projeto de duplicação da BR 392. 
O que eu espero com esse manifesto? Não espero uma postura mais adequada especificamente dos operários que estão trabalhando nesta obra, mas que todos os cidadãos sintam-se atingidos e procurem sempre agir em prol de que descontentamentos existam ao mínimo para a coletividade se sentir retribuída.