sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Flashes

"As pessoas não tem moral nenhuma, e moral não apenas no sentido humano da palavra, para falar umas das outras ou de qualquer outra coisa, e olha o que nos distingue dos outros animais? A FALA!"
"'Gente' é nojento. Usam de tudo para conseguirem a razão. Atacam nas mais profundas feridas, só para se sentirem com razão."
"Talvez as crianças tenham a mente mais aberta do que um adulto cheio de 'ideologias' empregadas a eles. Seja de forma direta, ou indireta."
"Você compra uma moto que faz barulho pra ela fazer o que você não consegue? Chamar a atenção."
"Enquanto eu tive um cachorro, eu fui feliz."
Mas bah, quando eu estou conseguindo me despir de preconceitos contra os seres humanos, me surge um debate onde as pessoas inclusas possuem exatamente os mesmos aspectos que me deixam completamente desiludida de conviver nessa corja, nesse ninho de cobras que é a sociedade.
Arrogância, superficialidade, o próprio PRECONCEITO, e, o pior de tudo, se sentirem com capacidade e direito de julgar os outros.
Eu lamento muito que a minha indignaão chegue a um ponto em que eu não consiga expressar minhas idéias e minhas concepções. Lamento muito perder a paciência e a esperança de conseguir fazer esses cérebros miúdos e egocêntricos compreenderem o quão superficiais, ignorantes e todos outros inúmeros defeitos, eles, nós somos e temos. Preferem se manter na "superioridade de papel". Até aí, tudo bem. Cuidar da sua vida, considerar seus problemas os maiores (sim, eu acho uma besteira esse papo de "olhe para a pessoa ao lado e perceba o quão pequeno é o seu problema". Os problemas são grandes ou pequenos, em proporção à vida de cada um), etc., mas quando esse cuidado egoísta passa para o ponto de as pessoas acharem que são mais, o suficiente, para falar do outro, para julgar o outro sem "olhar pro próprio rabo", aí se torna aquela coisa nojetinha que é denominada de "gente".
Todos nós somos contraditórios, ignorantes. Mas temos a capacidade de viver bem com esses lastimáveis defeitos, até aparecer um egocêntrico cego que quer porque quer provar a razão, e não se coloca no mundo, não dá a cara a bater, só se limita ao seu pensamento e a sua "superioridade".

Tá, posso vomitar?

3 comentários:

Kaio Cezar disse...

À medida em que alguns percebem os erros e ao menos tentam ir concertando, mesmo que pouco a pouco. Tem um pingo de esperança no ar.

Leonardo disse...

Parabéns pelo blog. Muito interessante. Gosto do teu jeito meio "revoltado" de falar sobre esse nosso mundo. Talvez eu me sinta um pouco assim também. Um abraço.

Natália disse...

Elas se sentem superiores demais quando falam dos outros, parece que elas que são Deus para nos julgar, assim fazendo parecer que nunca fizeram nada de "errado" nada vida.

"só Deus pode me Julgar!"

Abraço amoor